terça-feira, 16 de julho de 2019

As brumas do espírito


As brumas do espírito

Ao ver a neblina pela janela
Escondendo o sol e a natureza
Refleti sobre o mundo ocultado
Pelo cinza da aguá flutuando

E pensei sobre a tragédia humana
Do homem que é filho do infinito
Mas vive uma vida insana e afilta
Na busca constante do egoísmo

Nublado pela angútias do ego
Oprimido nas lutas de conquista
Em torno dos valores da Terra

Não se lembra das visões do infinito
Esquece-se de contemplar as estrelas
E vive cegamente as brumas do espírito

Marcelo Martinho

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