quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Felicidade
Felicidade é a brisa das manhãs quando
A luz do sol tem o frescor da primavera
E as folhas descem das amendoeiras
Como dançarinas em festa
É a luz da lua em meio às estrelas
Quando o sol poente brilha rubro
E se combina de forma mágica
Ao mar e a terra em deslumbramento
Felicidade é o fruto da poesia da vida.
Nutrida pela seiva da esperança
Proveniente das águas
profundas do amor.
Quando o amor se abre no coração em flor
A alma canta a sinfonia do universo e
Se eleva aos céus em felicidade.
Marcelo Martinho
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
A lua e o mar
A lua e o mar
Quando nasce a lua ao som do mar
A brandura da luz e a agitação do vento
Lembram o amor em movimento.
Profundo e calmo como o luar
A luz brilhando em tons de prata
É o calor que abrasa e não queima
As ondas que vão e vem ao ar
Quando nasce a lua ao som do mar
A brandura da luz e a agitação do vento
Lembram o amor em movimento.
Profundo e calmo como o luar
A luz brilhando em tons de prata
É o calor que abrasa e não queima
As ondas que vão e vem ao ar
São a evolução em ciclos da vida
As nuvens abraçam a lua em êxtase
Que as colore em tons com seu amor
E os céus brilham a grandeza do universo
Meu coração se eleva em esperança
Une contemplação e movimento
À luz da lua e ao som do mar
Marcelo Martinho
As nuvens abraçam a lua em êxtase
Que as colore em tons com seu amor
E os céus brilham a grandeza do universo
Meu coração se eleva em esperança
Une contemplação e movimento
À luz da lua e ao som do mar
Marcelo Martinho
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
O poder do amor
O poder do amor
O amor torna possível o impossível
Faz ver a vida em nova lente
Eleva a alma do imaginário ao real
Faz com que a dúvida torne-se fé
Pelo amor se toca as estrelas
Se aquecem as geleiras
Brilha-se o sol em corações
Anões tornam-se gigantes
Os dias cinzas sorriem para quem ama
Então a esperança toma lugar do medo
E a luz do sentimento colore a vida
O amor é a sonoridade do universo
Quando vibra no íntimo do ser
Traz para Terra o poder do infinito
Marcelo
Martinho
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Nas asas de um sonho
Nas asas de um sonho
Quando a alma dorme
A vida se veste de cinza
Até que o ideal a acorde
E sonhando se realiza
O milagre antes impossível
Se faz real quando a coragem
Impulsiona o espirito ao invisível
Quando a alma dorme
A vida se veste de cinza
Até que o ideal a acorde
E sonhando se realiza
O milagre antes impossível
Se faz real quando a coragem
Impulsiona o espirito ao invisível
E o amor o conduz às nuvens
Então o sol desfaz as trevas
A vida floresce em festa
Quando a alma acredita
E tudo se torna nobre e belo
No momento em que se voa
Nas asas de um sonho
Marcelo Martinho
Então o sol desfaz as trevas
A vida floresce em festa
Quando a alma acredita
E tudo se torna nobre e belo
No momento em que se voa
Nas asas de um sonho
Marcelo Martinho
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
A musa e o infinito
A musa e o infinito
Vejo minha alma em seus olhos
A beleza da vida em sua face
Contemplo a luz do seu sorriso
E sinto o universo ao meu alcance.
Ó linda musa, mesmo quando distante
Trazes as nuvens do céu para a terra.
Faz-me pelo menos em breves instantes
Vejo minha alma em seus olhos
A beleza da vida em sua face
Contemplo a luz do seu sorriso
E sinto o universo ao meu alcance.
Ó linda musa, mesmo quando distante
Trazes as nuvens do céu para a terra.
Faz-me pelo menos em breves instantes
Transportar meu coração além da Terra.
E quando ouço a canção de sua presença
O som das estrelas ecoa em meu peito
Sinto o ar florescer em esperança
Seja paixão, vertigem, loucura ou êxtase
Quero sorver seu perfume com o coração
E viver a vida com o colorido da sua emoção.
Marcelo Martinho
E quando ouço a canção de sua presença
O som das estrelas ecoa em meu peito
Sinto o ar florescer em esperança
Seja paixão, vertigem, loucura ou êxtase
Quero sorver seu perfume com o coração
E viver a vida com o colorido da sua emoção.
Marcelo Martinho
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
O sol da meia-noite
Quando o inverno do norte cobre a terra
Numa escuridão persistente, profunda
E a luz desaparece até quase sempre
É preciso que algo do amor nos lembre
Então a vida que nunca se rende, ressurge
E a estrela solar que jamais se apaga,
Teimosa Corajosa e delicada esplende
Em fulgurâncias de cores mil que brilha
Admirando o sol da meia noite, linda musa
Sonho com a luz do seu sorriso em alegria
Sempre que meu coração intenta invernar
E quando estou em meio à noite longa
Lembro da sua face no céu guiando a alma
Do solo escuro até a luz celeste do infinito
Marcelo Martinho
E a luz desaparece até quase sempre
É preciso que algo do amor nos lembre
Então a vida que nunca se rende, ressurge
E a estrela solar que jamais se apaga,
Teimosa Corajosa e delicada esplende
Em fulgurâncias de cores mil que brilha
Admirando o sol da meia noite, linda musa
Sonho com a luz do seu sorriso em alegria
Sempre que meu coração intenta invernar
E quando estou em meio à noite longa
Lembro da sua face no céu guiando a alma
Do solo escuro até a luz celeste do infinito
Marcelo Martinho
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Os lírios do campo
Os lírios do campo
Ao olhar os lírios em campo aberto
Lembro a liberdade de viver o amor
Na luz da natureza estonteante
Surge a esperança vencendo a dor
Os lírios, belas flores emi festa
Não conhecem o medo, somente a luz
Confiam em Deus que alimenta
Ao olhar os lírios em campo aberto
Lembro a liberdade de viver o amor
Na luz da natureza estonteante
Surge a esperança vencendo a dor
Os lírios, belas flores emi festa
Não conhecem o medo, somente a luz
Confiam em Deus que alimenta
A fé e a coragem que nos conduz
Ao lembrar a face da bela musa
Sinto as estrelas em minha mente
Em constelações de ideais e força
E quando o sol amanhece o dia
Minh’alma se alimenta de otimismo
Porque confio nos lírios do campo
Marcelo Martinho
Ao lembrar a face da bela musa
Sinto as estrelas em minha mente
Em constelações de ideais e força
E quando o sol amanhece o dia
Minh’alma se alimenta de otimismo
Porque confio nos lírios do campo
Marcelo Martinho
sábado, 15 de setembro de 2012
Se
O poema da apresentação de ontem:
Se (Autor: Rudyard Kipling - Tradução: Guilherme Almeida)
Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.
Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso.
Se és capaz de pensar - sem que a isso só te atires,
de sonhar - sem fazer dos sonhos teus senhores.
Se, encontrando a Desgraça e o Triunfo, conseguires,
tratar da mesma forma a esses dois impostores.
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas,
em armadilhas as verdades que disseste
E as coisas, por que deste a vida estraçalhadas,
e refazê-las com o bem pouco que te reste.
Se és capaz de arriscar numa única parada,
tudo quanto ganhaste em toda a tua vida.
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,
resignado, tornar ao ponto de partida.
De forçar coração, nervos, músculos, tudo,
a dar seja o que for que neles ainda existe.
E a persistir assim quando, exausto, contudo,
resta a vontade em ti, que ainda te ordena: Persiste!
Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes,
e, entre Reis, não perder a naturalidade.
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,
se a todos podes ser de alguma utilidade.
Se és capaz de dar, segundo por segundo,
ao minuto fatal todo valor e brilho.
Tua é a Terra com tudo o que existe no mundo,
e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Flor de lótus
Em meio ao pântano impera a morte
As copas das arvores impõem a sombra
E entre desilusões de toda sorte
A bela flor de lótus brilha.
Ó estonteante rosa de mil pétalas
Há o mistério da vida em seus olhos
Meu coração chora suas lagrimas
E se alegra em seus sorrisos.
Mesmo em meio à aridez da vida
Espalhas sempre seu perfume
E tornas luz o que era sombra.
Em sua alma guardas as chaves
Para transformar a dor em alegria
És a luz que faz nascer o dia!
Marcelo Martinho
Mesmo em meio à aridez da vida
Espalhas sempre seu perfume
E tornas luz o que era sombra.
Em sua alma guardas as chaves
Para transformar a dor em alegria
És a luz que faz nascer o dia!
Marcelo Martinho
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Flor do Campo
Flor do Campo
Em campo verdejante viceja
Bela flor à luz do Sol
Ergue-se à vista faceira
Ilumina a alma como um farol
Linda e inspiradora flor do campo,
Como entender seus mistérios?
Como resistir ao encanto?
Em campo verdejante viceja
Bela flor à luz do Sol
Ergue-se à vista faceira
Ilumina a alma como um farol
Linda e inspiradora flor do campo,
Como entender seus mistérios?
Como resistir ao encanto?
Da luz da vida em seus olhos
A musa que inspira o poeta
Se eleva às alturas celestes
E não há palavras que descreva
Estrela guia no deserto!
Sempre que vejo seu sorriso
Minh`alma se torna universo
Marcelo Martinho
A musa que inspira o poeta
Se eleva às alturas celestes
E não há palavras que descreva
Estrela guia no deserto!
Sempre que vejo seu sorriso
Minh`alma se torna universo
Marcelo Martinho
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