segunda-feira, 1 de junho de 2015

Nirvana


Quando a alma floresce para a eternidade
Coma a planta que se ergue da lama
E então traz frutos de felicidade
No sol do coração que ama

Alça vôo para o infinito da consciência
Em universos de variados coloridos
Em reflexos do espelho d'alma
A refletir a imensidão do cosmos

Mesmo esteja mergulhada em charcos
Da solidão abandonada em abismos
Mesmo que o corpo se faça andrajos

Não se pode refrear a felicidade
De quem sente os hinos angélicos
Partindo de si para a felicidade

Marcelo Martinho