As brumas do espírito
Ao ver a neblina pela janela
Escondendo o sol e a
natureza
Refleti sobre o mundo
ocultado
Pelo cinza da aguá
flutuando
E pensei sobre a tragédia
humana
Do homem que é filho do
infinito
Mas vive uma vida insana
e afilta
Na busca constante do
egoísmo
Nublado pela angútias do
ego
Oprimido nas lutas de
conquista
Em torno dos valores da
Terra
Não se lembra das visões
do infinito
Esquece-se de contemplar
as estrelas
E vive cegamente as
brumas do espírito
Marcelo Martinho